quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A musicalidade como camada criativa na dança de fusões

Jamila Salimpour: uso de instrumentos no Tribal

A arte é fluida, como a vida. E o que nos cabe é mergulhar na fluidez, abraçar o Mistério. Então, o que havia preparado para o nosso segundo encontro tomou outros rumos. E eu dancei com o fluxo. Desta vez, falamos sobre a musicalidade como camada criativa na construção de coreografias e performances. A Shabbana Dark trouxe o conceito de "Encontro" e fizemos algumas dinâmicas em roda, pois é no círculo que entramos na fluidez. É no círculo que o Um se torna Uno.

Tivemos a participação do Diego Sousa, que tocou escaleta enquanto improvisávamos com snudj e vocalizações. E de repente nossa dança era híbrida também nas linguagens artísticas.

Antes de improvisar trocamos experiências sobre alguns movimentos do ATS (da Rebecca) e uns passos de Tribal Fusion da Rachel Brice. Foi a base para o improviso. O toque do snudj foi sendo definido pela música, pela levada percussiva.

Foi um encontro muito rico e ficamos com a impressão de que a música ao vivo, o uso de instrumentos e voz são recursos criativos com os quais dialogamos profundamente. A musicalidade como camada criativa veio para ficar.

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